terça-feira, 31 de janeiro de 2012

VISITA DE QUEM?

Adivinhem quem veio me visitar.... a querida, amada, mais vermilhinha e linda do mundo inteiro, a miss red.......
Obaaaaaa..... já disse em outro post porque não poderia ter outro neném agora.
Se bem que depois do ultimo teste de gravidez eu desencanei!
Meu médico mudou para dia 02, e vamo ver q q ele fala sobre esse 2 meses de atraso.
Na dieta tá tudo certo... Comprei a balança e estou me pesando pela manha...
Vamo que vamo....

Dúvidas queridas


Será que todo mundo vive cheio de dúvidas? Essa é a minha dúvida de hoje...
Penso que tudo que a gente faz com amor é cercado de dúvidas. Se não fosse feito com amor, não teria dúvida nenhuma... simplesmente faria e pronto. Mas tenho um problema sério: acho que preciso ser boa em tudo. Mais aí fica a dúvida: será que alguém consegue ser bom em tudo ( realmente acho difícil).
Mais não.... no serviço tenho dúvidas se está tudo indo bem (sou proprietária ), não posso simplesmente chegar fazer meu serviço e ir embora, tenho que ampliar o mercado, buscar clientes, pensar em métodos para aumentar a competição com a concorrência, pensar nos preços, no serviço em si, resolver problemas com funcionários, é uma loucura.... e vivo com dúvidas de com o melhor método a seguir....
No casamento, também tenho dúvidas de como manter a famosa chama acessa, se meu marido está bem, se está feliz.... essas coisas.
Como mãe é o pior..... tenho dúvidas sobre a educação do Miguel, se estou fazendo certo, se estou ausente demais por trabalhar fora e ele estar em uma fase que precisa muito de mim, e agora estou sofrendo com a dúvida de qual escola colocá´-lo.
Vocês podem estar achando que eu sou mto indecisa. Mais não é isso. Sempre tomo as decisões de tudo, profissional, relacionamento e na educação do pequeno, claro que discuto tudo com o maridão (tudo lá em ksa é bem conversado entre a gente, mais meu marido é mais emoção, o que pode ser traiçoeiro na hora das decisões).... mas penso muito ( com as minhas dúvidas ) antes de dar o veredito...
Será mau de mulher?
Ou será defeito de fabrica?
Mas como já disse tudo que é feito com o coração, com amor, é questionador!

bjossss pra vocês. E ótima terça feira

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Sobre mim....



Então... não quis aproveitar o post anterior para falar sobre o meu processo mamãe gatinha, pq além de não ter nada haver com o tema anterior, eu ainda não tinha me pesado. Bom hoje faz uma semana que estou me reeducando. Confesso que no final de semana é bem mais difícil, põe bem nisso. Além do que não consegui fazer exercício físico, concluindo que no fds não perdi uma grama. Ponto negativo pra mim. Preciso melhorar os finais de semana em relação a atividade física.
Mais em geral a primeira semana foi boa.
Peso Inicial= 77,100                               IMC=30,9 ( Obesidade grau 1)
Peso Primeira Semana= 74,800              IMC= 30,0 (Sobrepeso)          
Perda da semana= 2, 300 kg

Ainda não senti diferença nas roupas, está tudo apertado do mesmo jeito. E hoje estou bem cansada... Mas vou seguir em frente, mesmo que devagar. Gostaria muitoo de compartilhar com outras pessoas sobre a perda de peso semanal porque queria saber se estou indo devagar ou se estou na média.Quem puder deixa um comentário...
Ah hoje também comprei minha balança. Estava pesando na minha sogra, so que não tava dando pra pesar todo dia de manhã (e sem roupa) como queria. E o bom é que não deu diferença entre as duas pra me deixar mais confusas hehehehe.
Bom agora só falta retomar as caminhadas, e marcar as massagens, que ainda não deu tempo.
Outro fator que preciso melhorar é a quantidade de água por dia, bebo pouquissíma.
Sinto que estou indo bem, se continuasse com essa perda de peso, que eu sei que não será igual todas as semanas, obvio, gastaria pelos meus calculos uns tres meses para alcançar meu objetivo, que é morar na casa dos 50 de novo.....
Mais não posso pensar no total a perder e sim no total da semana que é bem menos. Porque me sinto numa corda bamba, se fraquejar um pouquinho pensando em kgs totais, e em tempo total sei que vou cair...
Mais deus está me amparando ..... torçam por mim gente...
bjus

E a vida continua.....

Ontem uma amiga minha foi passar a tarde lá em ksa... Amiga mesmo. A gente se conhece a uns 14 anos.... Moramos juntas em republica pra estudar (dizem que só se conhece uma pessoa depois que mora junto com ela), e ela conhece a minha vida, até aqueles detalhes que a gente tem vergonha de contar pra si mesma. Pois bem, ela casou-se a pouquissimo tempo, e tava lá clamando da fase mais difícil do casamento: a adaptação!
Pra mim, essa é a fase mais difícil. Porque é tudo novidade, é quando você deixa as coisas do namoro pra trás, e passa a assumir uma rotina. No namoro tudo é bom, você se arruma, fica linda, roupa nova, namorado te busca na porta, não sabe da maioria dos problemas de dentro da sua casa (pq toda casa tem problemas), sai pra dançar, comer,se divertir,e a noite acaba com você naquela lingerie sexy e mto sexo quente, e na pior das hipoteses, se vocês brigarem na festa, cada um vai dormir na sua casa.
Com o casamento, logo de cara algumas coisas já mudam. Você vai se arrumar na frente do marido, ele mandando você andar logo pq já estão atrasados, além de ficar assistindo a transformação: depilação, unhas, escova, prancha, meio kilo de maquiagem, a camiseta surrada de usar em casa, dando lugar para o vestido de sabado a noite. Ele vai presenciar o antes e o depois, e vai ver que você não amanhece naturalmente linda como ele te pegava no portão. Se brigarem na festa, vão ter que voltar juntos, e dormir na mesma cama (a não ser que ele durma no sofá, pq casa de recém casado, custa ter móveis, quem dirá duas camas). E se não brigarem, geralmente vão estar tão cansados que irão preferir um sexo rápido ou deixar para o outro dia de manhã mesmo. E acreditem com todo mundo é assim.
Outros problemas "graves" e rotineiros começarão a fazer parte da rotina: o banheiro inundado depois que um dos dois (geralmente o mais mimado) sair. As comparações: mais a minha mãe não fazia assim ou ela fazia isso pra mim. A difícil adaptação das tarefas do lar para a mulher, e principalmente, os gastos. A questão dinheiro é muito complicada. Quem vai pagar o quê, ou se o homem for o provedor, provavelmente os gastos do lar, vão ser maiores do que ele podia imaginar. Fora que para o homem a ficha do casamento não cai de imediato; demora uns dias, meses ou até ano. Ele continua querendo sair com os amigos solteiros para beber de vez em quando, ele acha que a esposa deve ser igual a mãe dele, ao se tratar das suas bagunças, e ao mesmo tempo ela deve continuar sempre a gostosa do sábado a noite como era quando namoravam. A mulher por mais que esteja preparada para o casamento, sofre ao se ver responsável pelas bagunças da casa, limpeza, almoço, janta, roupa limpa, compras no mercado ( antes responsabilidades da mãe dela, que ela achava exageradamente estressada,  ou mesmo que morasse sozinha antes do casamento, era responsável pela própria bagunça e não de outro também),além disso tentam estar sempre lindas para o marido, fora que a maioria ainda trabalha fora. E se não bastasse toda essa adaptação, marido e esposa não vêm sozinhos, vem com a bagagem de cada lado, as Famílias. E agradar os dois lados de início é difícil e aguentar a sogra palpitando na sua casa?... Sinceramente não é uma fase fácil.
Essas mudanças e o aumento da responsabilidade, é uma fase difícil de se passar no começo. Mais é mais que necessária pra vida a dois continuar, porque é nessa fase que adquirimos responsabilidades e perdemos o egoísmo de pensarmos só na gente para passarmos a pensar como família, e deixarmos de ser um mero casal, para estarmos preparados para os filhos quando eles chegarem.
É assim que deve ser para a vida continuar.... No começo parece muito difícil, parece que você nem devia ter casado, mais acredite é só mais uma fase de adaptação de tantas que você já passou e de tantas que você ainda vai passar pra vida poder continuar, porque ninguém pode viver a mesma fase a vida inteira.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Enfrentando um dragão por dia.

Gente.... a tristeza pelo peso não passou totalmente. Mas, me deu forças pra começar. Desde segunda estou na tentativa de emagrecer. já se foi 1 kg embora. Confesso que estou morrendo de medo de desanimar no meio do caminho. Sei que vocês devem estar pensando, tipo nem começou e já tá com medo de fracassar? Mas só quem já passou por isso sabe. A luta que é lutar contra si mesma, é enfrentar um dragão todos os dias. Meu lado emocional me afeta muito em relação ao meu peso.
Mas, vou caminhar devagar agora, e vou conseguir! Jesus está comigo. Por isso tudo resolvi que vou lutar um dia de cada vez, não adianta pensar em meses, o tempo parece muito longo, e a quantidade de peso a perder é muito grande.
Bom.... a técnica agora é cortar doces, frituras e refrigerantes o máximo que eu conseguir. E se precisar comer um, depois compenso. Hj, vou comprar a minha balança. Como sou meio zuretinha, preciso controlar o peso bem de perto. Outra técnica é estabelecer metas. A primeira meta é sair da casa dos 70, não vou estipular um prazo pra isso, pq se não cumprir vou desanimar do projeto mamãe gatinha , auhauahuahau.......
Mas espero sinceramente cumprir essa primeira meta em 30 dias.
Ah esqueci de contar que voltei com as caminhadas, que não fazia desde quando engravidei. Não é a toa o resultado estrontozo que obtive. Estou caminhando de 1h a 1:30 por dia, dividida em 2 a 3 etapas. Isso porque resolvi ir ou voltar a pé do serviço e caminhar a noite. Confesso que estou todaaaa doída. Mas vou continuar....

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A descoberta

Então... não resisti, acabei fazendo mais um teste de farmácia, e deu negativo, acho que depois de tantos testes, não é possível. E o jeito agora é esperar dia 31....
Não que eu não queira outro filho, mais ainda não é hora por vários motivos.
Primeiro: ainda moro de aluguel.
Segundo: Preciso me estabelecer profissionalmente( lembram que parei por conta da outra gravidez),
Terceiro: o Miguel ainda é muito bebê e exige muitaaaa atenção.
Quarto: Preciso emagrecer urgentemente.

E é sobre esse ultimo motivo que quero conversar hj. Desde que me conheço por gente, sofro com o peso. Tive epocas mais cheinhas, mas depois dos 17 anos, sempre consegui controlar o peso (com muito esforço, e fomeeeee) e ficava ali nos 56 kgs e manequim 38 (O que eu já achava absurdamente muito). Quando comecei a namorar dei uma engordada básica e fui para os 60 kgs, porque já viu ne. Quando você é solteira sai pra dançar, e paquerar. Namorando sai pra comer mesmo.

Quando engravidei desencanei de vez, e como já tenho uma facilidade enorme de engordar, o negocio desandou de vez. No dia do parto estava pesando inacreditavelmente 83 kgs. Mais até ai, tudo bem. Tava grávida, e o foco era só o bebê.  15 dias depois já estava com 68 kgs, faltava pouco.

Só que foi aí o erro. O foco nunca mais foi eu, sempre foi o marido, o filho, a casa, as contas, o emprego. E me descuidei! Não que eu coma hamburguer todo dia a noite, e pizza no café da manha. Mais como já tenho historico de gordinho, tenho que comer pouquinho mesmo e malhar.
E não foi o que aconteceu.

Nada contra gordinhos, e admiro loucamente quem consegue ser feliz assim!

Só que eu não consigo! Definitivamente não!

E ontem pra piorar as coisas ou melhorar, resolvi me pesar e ........ 77 kgs. Sofri muito e ainda estou sofrendo. Meu corpo já falava. Ando cansada, estressada, com dores, sem animo, me sentindo a pior das criaturas, tá tudo ruim por causa disso, vida sexual, pq me acho feia, vida profissional, pq vivo cansada, e etc e tal.... e descobri o peso que eu estou foi um choque.

Desde que o Miguel nasceu tentei várias dietas malucas para tentar emagrecer, e por serem malucas não consegui seguir em frente.

Mas preciso realmente fazer alguma coisa, porque não estou feliz assim. Preciso me reconhecer de novo, me amar de novo, pra que eu consiga melhorar o resto todo.

E mais uma vez estou de dieta........ Que Deus possa ter piedade de mim e me dar forças!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

DUVIDA CRUEL....

Quando conheci meu marido, a gente teve um ROLAMORO, por uns dois anos. Funcionava assim, ele me enrolava e eu namorava ele. Tá podem rir, mais fazer o que eu estava apaixonadinha. Então quando eu voltei para nossa cidade, porque morava fora para estudar, a gente resolveu assumir tudo bonitinho, apresentar famílias, namorar no sofá, essas coisas, isso foi começo de Agosto e acreditem começo de setembro engravidei. Pro mundo inteiro não fazia dois anos que a gente estava juntos e sim um mês.... Foi muita confusão. Mais essa parte eu escrevo em outro post. O problema foi que a menstruação que tinha que vir no dia 28 nunca mais que apareceu, e foi aí que eu tinha certeza que estava grávida. Não havia mais nenhum sintoma, mais a danada era tão regulada, que não fazia sentido ela não aparecer. Enrolei o máximo que pude para fazer o teste, porque morria de medo de confirmar o que eu já tinha certeza. E acabei fazendo porque fui dormir na fazenda e meu marido, só deixava eu entrar no banheiro de manhã, se fizesse xixi no tal potinho. Então eu fiz, e para quê 5 minutos de teste, foi encostar a tirinha e as 2 listrinhas estavam lá. Achei que tava grávida de multiplos. Mais era só o Miguel, já com mais de 2 meses na minha barriga. Chorei muito, foi um misto de emoção. 

Acontece que agora a tal menstruação, está atrasada! E muito! O esquecimento me tomou uns dias do anticoncepcional, porque passei por uma fase turbulenta. Mais achei muito pouco provavel estar gravida novamente. Acontece que na ansiedade acabei fazendo teste antes do atraso e depois.... e todos deram negativos, uns 5 no total. E de tantos testes, agora tô com medo de tá com algum problema. Não sei se faço mais um ( a louca por testes), ai q medo..... E pior que agora acho que tô com algum problema grave.... Ai meu deus.... Só consegui médico pro dia 31.... acho que vou ter que esperar.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

COMPLEMENTANDO...

Depois que escrevi o post anterior achei esse texto que achei mais que válido para complementar e quero dividir com vocês... bjus

Solidão de mãe

(Fabrício Carpinejar - O Amor esquece de começar – Crônicas /2006)
A maternidade é uma solidão sem tamanho. Depois da festa do batizado, os conhecidos desaparecem. Podem até elogiar o bebê e fazer voz infantil em encontros esporádicos. Firma-se uma segregação silenciosa e terrível. É imposição de que a mãe saiba o papel naturalmente e possa suportar a desvalia. Enxergam o filho como um troféu, porém não reparam que o campeonato está no início. Talvez
Nenhum homem entenderá, mesmo que seja participativo. O humor muda, o corpo perde a sua rigidez e fica tão cansado que nem encontra estímulo para o sexo.
Parece que não haverá saída. Mesmo com a babá, uma escapadela de quinze minutos e já se estará telefonando apavorada para casa, pedindo relatos detalhados dos últimos instantes.
Instala-se a culpa, culpa social de aproveitar a vida, pavor social de que possa vir a ser acusada de negligente. Claro que são fantasmas. Fantasmas da vulnerabilidade.
Ainda bem que ela tem um trabalho para pensar em outra coisa e se sentir útil. Imagina o que sofreram nossas avós?
Adianto, é uma fase provisória. Não é desperdício de tempo, ainda que raros a valorizem. O filho crescerá e descobrirá isso com seus próprios olhos.
Não desanime e procure se distrair. Estabeleça horários para a sua diversão, mesmo que seja um cinema sozinha ou um passeio no parque.
A questão é preservar o raciocínio, a confiança e o humor.
Diante das dificuldades, verbalize e destile veneno. Fale o que a incomoda de cara ao marido ou aos familiares, sem deixar que a preocupação se transforme em raiva reprimida.
A risada e a espontaneidade desestressam.
Não será o jornal ou a fofoca no cabelereiro que a deixarão feliz – se bem que eu não conseguiria viver sem os dois.
O primeiro passo é fortalecer a estima, comprar – por exemplo – flores que sejam para desperta a mudança. Ou escrever um diário para sujar bastante papel e exorcizar a carência.
Não aguardar, guardar as gentilezas.
Não se deixar levar pela rotina, como se não houvesse a possibilidade de algo novo em seu dia.
Não vale se confinar no quarto e se desculpar por antecipação, pois ninguém a entenderá.
Quantas vidas enfrentam uma situação semelhante? Os amigos surgirão da vontade de convivência, da empatia, da identificação, do seu bem-estar. Os amigos são seduzidos, assim como os amores.
A exclusividade apaga a personalidade.
Viver para o filho não é bom: deve-se aprender a viver com ele.
***

SOLIDÃO DAS MÃES

Hoje mais cedo estava lendo um post do blog Dudu e Eu.... e uma frase dita me fez ficar pensativa sobre a SOLIDÃO DAS MÃES. Engraçado que quando a gente fica grávida todo mundo diz: você nunca mais vai ser sozinha! Vai ter sempre um companheiro(a) agora! E isso é fato!
Mais a solidão que eu digo não é de pessoas; depois de ter filhos a casa nunca mais vai ser silenciosa, e conforme eles crescem e vêm os amiguinhos, sua casa nunca mais vai ficar vazia ou organizada. A solidão que eu digo, é uma solidão interna, que às vezes toma conta da gente. Toda mãe tem tempo pra todo mundo, uma correria só. Só não tem tempo pra cuidar de si mesma, de fazer coisas que gosta, de passear, fofocar com as amigas (que se não tiverem filhos, não vão ter os mesmos assuntos, e se tiverem o único assunto serão os filhos), ou simplesmente tomar um banho demorado e se jogar no sofá vendo aquele filme que queria ver a muito tempo. E mesmo que alguém se ofereça para olhar os pequenos vem aquele sentimento de culpa, de não estar com os filhos. Cadê aquela mulher que se preocupava em estar atraente, descansada, e fogosa para o marido? Cadê suas prioridades profissionais? Parece que tudo corre muito rápido para perder tempo com "essas bobagens". As mães têm medo de assumir que mesmo com uma vida tão agitada, sentem uma solidão interna, uma solidão dela mesma. E quando os filhos crescem vem de novo essa solidão, porque se antes sentiam falta de si mesmas, agora sentem falta dos filhos, do movimento, da agitação. Sobra tempo para fazer as coisas que queriam, mais agora o coração que já não é mais dela há muito tempo,sente falta de outros tempos.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Como dispertar a essência masculina....

Nós mulheres vivemos culpando os homens, porque achamos que eles pensam que tudo é nossa obrigação. Limpar a casa, cuidar do filhos, lembrá-los das contas, ir no mercado, ajudá-los com as despesas, escutar os seus problemas, ou qualquer coisa do que não pertença ao gênero chegar em casa e descansar na frente da televisão. Pois bem... De uma certa forma até que é verdade,  os danados são super "mansos" mesmo. Só que fiquei pensando... e acho que muitas aqui vão concordar comigo, que no fundo no fundo, nós mulheres dispertamos ainda mais esse lado digamos "folgado" deles. Comecei a me recordar de alguns fatos; por exemplo quando era solteira, e todo mundo lá em casa também era, o meu irmão tinha carta de alforria dada pela minha mãe para qualquer atividade doméstica, e quem pagava o pato era minha irmã e eu. O danado era uma bagunça só, o que me irritava profundamente, e minha mãe, super protetora do menininho dela tinha a coragem de falar: deixa ele, ele é homem, como se o pior azar do mundo era ter nascido mulher. Via estrelas, nessa hora, ai que ódio. Pois bem o tempo passou, e me casei, com um homem que desde de sempre teve empregada em casa por sua conta, resultado: ele não sabe que as coisas não vão pro seu devido lugar sozinhas, ninguém nunca contou isso a ele meu Deus? Que não existe um passe de mágica na arrumação da casa? Pois é.... acho que não. E aí que entra eu, a profissão Mulher, que acha que tem um acumulo de energia inesgotável, para piorar a situação caótica que me encontro hoje. Há 2 anos atrás quando me casei (grávida de quatro meses), estava desempregada, perdi o emprego logo que descobri a gravidez, e resolvemos nos casar (tudo junto,casamento, gravidez, formatura, e falta de grana, para fazer um caus na minha vida, mais isso é assunto pra outro post), então como ninguém daria emprego para um ser em estado de graça, virei dona de casa por alguns meses e outros meses após o nascimento do príncipe (é veio homem gente, acho que é pra ver se eu consigo fazer diferente da minha mãe, mais ainda não sei a resposta, esse também é assunto pra outro post), e foi aí o meu grande erro. Confesso que tenho muita dificuldade em delegar serviço, porque sou um pouquinho só perfeccionista, e acho que ninguém vai fazer direito como eu. E por esse motivo, preferi no começo que o maridão não ajudasse nas tarefas de casa porque ele não sabia mesmo e eu ia ter que refazer ( mais se ele não fazia é claro que nunca aprenderia), juntamente com o fato de pensar: tô em casa o dia inteiro mesmo, e ele trabalhando então deixa eu catar a roupa jogada na sala, o copo e o prato sujo em cima da cama, limpar as manchas de barro que ele fez com a botina no meu chao já limpo, essas coisas. Só que em nenhum momento desse eu parei pra pensar que Deus tava me dando a chance de treiná-lo para o que estava por vir: Noites sem dormir, choros, fraldas, dias em que mal dava tempo de escovar o dente, e posteriormente, trabalho de 40 horas semanais, mais uma criança feliz e saudável (graças a Deus) de um ano e sete meses.... aí o bicho pegou lá em casa... Tudo por minha conta ( tudo mesmo, como a maioria da mortais, ainda não tenho uma ajudante), mais marido, filho, emprego de 40 hs semanais... E para completar além de estragá-los, depois tentamos concertá-los com reclamaçoes e as vezes gritos ( muito feio )..... o que causa um pequenino transtorno em casa.... E como toda mãe vai me entender agora, porque somos campiãs em sentir culpa, acho que a culpa é um pouquinho minha....

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A Primeira vez a gente nunca esquece...

Com certeza virão melhores postagens. Mais a primeira vez a gente nunca esquece... hehehehe
Sempre gostei de escrever... Sou uma mulher, como a grande maioria, que pensa muito, muito mesmo... tem horas que acho até que minha cabeça vai dar um nó. E consigo pensar sobre várias coisas ao mesmo tempo, desde o casamento, serviço, problema alheio, a receita de bolo. Meu marido me acha estranha, e eu morro de rir. Eles não compreendem o tanto de personalidades que podem habitar dentro de uma única mulher. E foi esse tanto de pensamento, junto com o meu gosto por blogs femininos, que tratam de assuntos que povoam a minha cabeça, que fez surgir em mim uma vontade incontrolável de ter um blog meu. Agora estou aqui, escrevendo pela primeira vez em um blog, que achei impossível de definir um só tema e opteir em falar sobre esse encantador e complexo universo feminino,  profissão, maternidade, casamento, neuras, dietas, moda, casa, receitas, todas essas coisas que nós mulheres conhecemos tão bem. Espero ser bem vinda nesse mundo blogueiro, e que sejam todas bem vindas nesse meu pequeno universo.